Este sábado lembrei muito da minha infância, quando eu e meus primos e primas desbravávamos o quintal dos nossos avós maternos em Casa Branca.
Lá, em meio às jabuticabeiras, a mangueira e o enorme abacateiro, brincávamos por horas.
Às vezes montando casinhas e fogõezinhos onde assávamos bolinhos de lama, outras vezes tentando pegar as jabuticabas, pequenas pérolas negras deliciosas que estragavam nosso apetite para desespero da vó Tuti!
Lembro-me de uma vez em que chegamos para passar as férias e o quintal estava todo modificado. Meus tios haviam feito diversas melhorias. Limparam, enfeitaram, puseram bancos embaixo da mangueira lá no fundo...
E ainda sinto, como se fosse hoje, o gosto do macarrão espaguete ao sugo que comemos debaixo de sua sombra!
Juju e Anna estiveram no quintal de casa ontem, e lá uma caixa de papelão virou casa dos porquinhos onde um lobo ameaçador forçava as pequenas a correrem de medo.
Alí "prepararam a terra" para plantar e colheram folhinhas da cheflera que parecia feliz em fazer felizes as duas meninas.
Mas o que mais me encantou foi quando elas resolveram ir lá atrás sozinhas.
Estávamos todos na varanda da frente da casa quando as duas, uma após a outra, subiram pelo corredor como se estivessem partindo para uma expedição de aventura. A Anna ainda olhando para trás com aquele seu olharzinho maroto, a ver se alguém as seguia.
Lógico que eu fui atrás, disfarçadamente, para que nada lhes acontecesse, já que era a primeira vez que elas tiveram curiosidade e oportunidade de estarem juntas no quintal.
E lá pude participar da brincadeira acolhendo em meus braços os porquinhos que fugiam do lobo e até de um leão perdido na história!
É muito gostoso ver como estão crescendo e antever momentos assim, de camaradagem e amizade entre elas.
Sempre que elas quiserem e puderem o quintal da voh Nil vai estar disponível.
Pronto para abrigar os sonhos e aventuras das minhas pequenas princesas.
com amor
voh Nil <><<
Ser avoh...
Minha irmã Melinha postou: "Esperando feliz o novo membro da familia que tá chegando daqui uns meses..." e me inspirou à criação desta página.
domingo, 30 de agosto de 2015
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
CARPE DIEM...
Expressão latina que quer dizer: "Aproveite o dia de hoje"
Outro dia o pai da Anna me disse que, por conta do novo momento da família, a entrada da pequena Lia na escola, a volta da mamãe ao trabalho.... não teríamos mais nosso Raio de Sol às quintas feiras!!!
(Explicando: Há alguns meses tenho buscado a minha netinha #2 na escolinha e trazido para casa onde, depois do banho e jantar, Anna, o vovô e eu ficamos assistindo TV e brincando até que o papai chegue para levá-la. )
Minha resposta racional foi a melhor possível. Que estava tudo bem, que estaríamos aqui para qualquer coisa, etc, etc...
Porém, como aqui neste espaço eu me propus a colocar em palavras o que ia no meu coração de avó em desenvolvimento, aí vai o fim da história:
Depois dessa conversa com meu filho fui me dando conta de como as coisas mudam tão rapidamente.
Confesso que uma pontinha de tristeza passou pelo meu coração.
E fui percebendo o quanto é importante aproveitar bem o tempo junto daqueles que amamos.
Na verdade eu já sabia disso. Meu lema sempre foi " Uso coisas e amo pessoas" mas, com minhas netas isso ficou ainda mais real, mais premente, mais necessário.
Com elas quero curtir cada sorriso, cada gracinha, manha, pedido, beicinho, abraaaaaaço!!!
Elas crescem e mudam tão rapidamente!!
Fui entendendo que cada momento bem vivido junto delas irá render muita saudade, é verdade, mas também muitas lembranças gostosas.
Me peguei lembrando de cada uma das situações engraçadas nesses dias como quando a Anna, ainda aprendendo a falar, me pediu para assistir "a pequena xeléia" e eu entendi que ela queria "geleia"!
Situações à vezes embaraçosas como quando, muito séria, ela olhou para o vovô e disse: "vou compá cabelo pá você, vovô!" !
Ficam as lembranças.
Que venham as novas experiências!
com todo meu amor
Voh Nil, ao seu dispor <><<
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
FAZ DE CONTA...
- Vovó, conta uma história?
- Lógico, Juju. Você quer a dos 3 porquinhos?
- Não...
- A da Rapunzel?
- Também não...
- Então qual?!
- Hummm.... a do ventilador!
E assim surgiu a turma do quarto da mamãe e do papai.
Estrelando...
Ventito, o ventilador!
Rapaz trabalhador, deu um duro danado naquele verão rodando, rodando, rodando pra que o quarto ficasse bem fresquinho e gostoso e a vovó e a netinha pudessem dormir sossegadas pra brincar muito no outro dia.
E ao longo daquele verão, a cada noite, a turminha foi aumentando.
A janela Gatinha, batizada pela Juju.
Toda dengosa, ajudou muito ouvindo e conversando com a pequena menina que para ela contava muito do que acontecia durante o dia. Mesmo as "coisas erradas" e a "broncas" que levava.
A janela sempre entendia o que se passava naquela cabecinha. E, ao final, sempre dava bons conselhos a ela. Que obedecesse a mamãe, que dormisse pra que pudesse brincar no outro dia... coisas assim, que toda boa janela pode e deveria fazer pelas criancinhas.
Genário, o armário, meio caipirão, mas muito feliz por que se achava o mais importante. Afinal, era nele que estavam as roupas do dono da casa! Roupas que ele, todo orgulhoso, entregava para o "seu" Marcos a cada manhã bem limpinhas e cheirosas. Acho que por ser bem jovem, o armário era muito divertido. Gente finíssima. Tudo estava muito bom pra ele. Um amigão.
O armário grande já era bem mais velho, quase idoso. Acabava sempre indo dormir antes de todo mundo. Mas era um sujeito muito boa praça. Sábio como só os velhos armários sabem ser. Antes de ir dormir sempre dava muitos conselhos para a turma. Seu nome? Valdomiro. "seu" Valdomiro, com todo respeito.
E como em toda turma tem sempre um resmungão...
O Olaf, também batizado pela Juju, era o máximo do mau humor.
Mas ele tinha certa razão, como acabamos descobrindo.
Certa noite ele disse que detestava quando crianças malcriadas o batiam com força. Coitadinho... ele como porta do quarto deve ter sofrido em algum momento um trauma que o fez ficar assim, todo bravinho..
Mas ele acabava sempre ouvindo os conselhos da pequena que dizia para ele não ser tão estraga prazeres, que ela nunca iria bater nele com força. Promessa!
E assim passamos as férias de verão da vovó na casa das netinhas.
A cada noite muitas histórias e conversas deitadas lado a lado na grande cama, até que o sono viesse e embalasse a pequena menina em seus braços.
Meses se passaram e para minha surpresa a Juju se lembrava exatamente de cada personagem e as conversas e histórias foram resgatadas em mais uns dias de férias da vovó na casa das netinhas.
Não sei se quando ela crescer vai se lembrar desses momentos.
Mas sei que eu nunca esquecerei.
Vou lembrar de cada sorriso, cada risada, cada espanto, cada "pérola" dita e daquele rostinho lindo mergulhado naquele mundo de faz-de-conta conversando com a janela, os armários, a porta e o ventilador.
com todo meu amor
voh Nil <><<
- Lógico, Juju. Você quer a dos 3 porquinhos?
- Não...
- A da Rapunzel?
- Também não...
- Então qual?!
- Hummm.... a do ventilador!
E assim surgiu a turma do quarto da mamãe e do papai.
Estrelando...
Ventito, o ventilador!
Rapaz trabalhador, deu um duro danado naquele verão rodando, rodando, rodando pra que o quarto ficasse bem fresquinho e gostoso e a vovó e a netinha pudessem dormir sossegadas pra brincar muito no outro dia.
E ao longo daquele verão, a cada noite, a turminha foi aumentando.
A janela Gatinha, batizada pela Juju.
Toda dengosa, ajudou muito ouvindo e conversando com a pequena menina que para ela contava muito do que acontecia durante o dia. Mesmo as "coisas erradas" e a "broncas" que levava.
A janela sempre entendia o que se passava naquela cabecinha. E, ao final, sempre dava bons conselhos a ela. Que obedecesse a mamãe, que dormisse pra que pudesse brincar no outro dia... coisas assim, que toda boa janela pode e deveria fazer pelas criancinhas.
Genário, o armário, meio caipirão, mas muito feliz por que se achava o mais importante. Afinal, era nele que estavam as roupas do dono da casa! Roupas que ele, todo orgulhoso, entregava para o "seu" Marcos a cada manhã bem limpinhas e cheirosas. Acho que por ser bem jovem, o armário era muito divertido. Gente finíssima. Tudo estava muito bom pra ele. Um amigão.
O armário grande já era bem mais velho, quase idoso. Acabava sempre indo dormir antes de todo mundo. Mas era um sujeito muito boa praça. Sábio como só os velhos armários sabem ser. Antes de ir dormir sempre dava muitos conselhos para a turma. Seu nome? Valdomiro. "seu" Valdomiro, com todo respeito.
E como em toda turma tem sempre um resmungão...
O Olaf, também batizado pela Juju, era o máximo do mau humor.
Mas ele tinha certa razão, como acabamos descobrindo.
Certa noite ele disse que detestava quando crianças malcriadas o batiam com força. Coitadinho... ele como porta do quarto deve ter sofrido em algum momento um trauma que o fez ficar assim, todo bravinho..
Mas ele acabava sempre ouvindo os conselhos da pequena que dizia para ele não ser tão estraga prazeres, que ela nunca iria bater nele com força. Promessa!
E assim passamos as férias de verão da vovó na casa das netinhas.
A cada noite muitas histórias e conversas deitadas lado a lado na grande cama, até que o sono viesse e embalasse a pequena menina em seus braços.
Não sei se quando ela crescer vai se lembrar desses momentos.
Mas sei que eu nunca esquecerei.
Vou lembrar de cada sorriso, cada risada, cada espanto, cada "pérola" dita e daquele rostinho lindo mergulhado naquele mundo de faz-de-conta conversando com a janela, os armários, a porta e o ventilador.
com todo meu amor
voh Nil <><<
segunda-feira, 22 de junho de 2015
SERAVOH...
Ser avó é celebrar cada dia como se fosse o único;
Ser avó é voltar a ser criança e deixar o tempo passar suave e calmo;
Ser avó é dar risada sem parar, só de lembrar;
Ser avó é não cansar de rever fotos e vídeos;
Ser avó é ter o coração aquecido com risadas e beijos, de longe e de perto;
Ser avó é se interessar por todas as noticias sobre cuidados com bebês e crianças apesar de seus filhos já estarem bem crescidinhos;
Ser avó é planejar fazer muitas coisas com e para as netas mas quando está com elas só pensar extasiada em contemplá-las na sua linda e doce ingenuidade;
Ser avó é olhar os patos na beira do lago, todos os dias e avisá-los de que em breve elas estarão alí dando comidinha, junto com a vovó, fazendo muita bagunça;
Ser avó é achar que sua neta é sempre, de longe, espantosamente melhor, mais bonita, mais esperta, mais tudo do que toda criança que você já viu ou verá nessa vida (exceto seus filhos);
Ser avó é festejar cada passo dado, cada fralda tirada, cada chupeta abandonada, cada sorriso, cada gracinha e meiguice, cada avanço conseguido;
Ser avó é carregar no colo e fazer dormir, é contar histórias de príncipes, princesas e castelos, é cantar canções que há muito não cantava para embalar o sono de alguém tão precioso;
Ser avó é não conseguir explicar em palavras, mas assim mesmo tentar, ciente da sua pequenez diante de tanto e tão inexplicável amor;
Ser avó é agradecer a cada dia pelas netinhas e pedir ao Pai que as guie, ajude, oriente e guarde por todos os anos que virão.
com amor da
voh Nil <><<
sexta-feira, 3 de abril de 2015
ANIVERSÁRIO. BOLOS E FRALDAS...
Hoje estou fazendo aniversário.
E sabe quando você pára para rever sua vida no último ano e percebe que foi tão abençoada que fica sem palavras para agradecer?
Pois é. Estou assim agora, nesse cair de tarde de um dia perfeito.
Dia em que a minha netinha mais nova, a Lia (#4), visitou nossa casa pela primeira vez.
Se comportou como uma princesa. Mamou, dormiu, mamou e... dormiu!
Com trinta e cinco dias de vida até que está bom, não é?
Ela, a pequena Lia, foi uma das bênçãos deste ano que passou.
E com ela a sensação de ter quatro lindas pequenas meninas ao meu redor, a quem terei o privilégio de mostrar o grande, imenso e incondicional amor do Pai.
Busco a Anna (#2) na escola algumas vezes e no carro canto cânticos infantis de heróis e histórias bíblicas. É lindo ver como ela gosta de aprender e cantar, e cantar, e cantar...
Hoje de manhã recebi um vídeo dela cantando parabéns. Toda animada, ainda trocando muitas letras, e meu coração se aqueceu logo cedo.
E a Júlia (#1), meio tímida no skype pela "presença" do namorado da tia Lalá, me desejando parabéns finalizou esse lindo e perfeito dia.
Até a Camila(#3) estava acordada pra ver a voh Nil na telinha!
Não posso querer mais nada a não ser que Deus me dê a oportunidade de partilhar da vida delas e que elas possam ver em mim um pouco do Seu amor.
Voltando da casa da Júlia e da Camila na segunda feira ouvi uma música que sempre gostei muito. Bridge Over Troubled Water
Na última parte ela diz assim:
Sail on Silver Girl,
Sail on by
Your time has come to shine
All your dreams are on their way
See how they shine
If you need a friend
I'm sailing right behind
Like a bridge over troubled water
I will ease your mind
Like a bridge over troubled water
I will ease your mind
E alí, no meio da estrada, conversei com meu Pai e contei a Êle o quanto eu quero estar ao lado das minhas princesas para, no que for possível, facilitar seus caminhos.
Sempre orando pra que sonhem os sonhos de Deus!
Júlia, Anna, Camila e Lia.
A voh Nil ama vocês como jamais pensou ser possível.
Obrigada por fazerem da minha vida um mar "cor de rosa"!
bjs da voh Nil <><<
sábado, 27 de dezembro de 2014
MEU MUNDO COR DE ROSA...
O chamado ano de 2014 está acabando.
E mesmo que seja só uma convenção criada pelos homens, essa de acabar um ano e começar o próximo, a gente se pega pensando, filosofando, revendo cenas em nossas mentes de coisas que aconteceram nesses últimos 365 dias.
E aqui estou eu. Uma avó em desenvolvimento, aprendendo cada dia a lidar com as emoções e tentando por em palavras tudo isso.
A Camila chegou.
A emoção? A mesma!!
Ver, pegar, cheirar aquele pacotinho mandado por Deus foi de longe a coisa mais emocionante do ano.
Ela chegou com carinha de brava. Mas logo se mostrou um verdadeiro doce de chocolate.
Por que chocolate?
Só porque eu adoro chocolate!
Uma verdadeira "segunda filha"! Mansa, tranquila, defendendo o seu lugar e alimento com muita "sabedoria"..
(Para quem se interessar pelo assunto da posição do filho na família e seus efeitos sugiro o livro Mais velho, do meio ou caçula de Kevin Leman Muito legal.)
Buscar a Anna na escolinha alguns dias na semana também fizeram a alegria dessa avoh ( e também do vovô).
Cada dia uma surpresa. Lindo ver como ela com sua pouca idade (hoje ela tem 18 meses de vida) descobre a cada dia coisas diferentes aqui em casa. Mesmo coisas já conhecidas ganham novos usos! Tudo é muito divertido! Muito pouca coisa faz a alegria dessa menina que com razão é chamada de nosso pequeno Raio de Sol.
Anna ama ler. E escutar músicas. Na volta da escola canto para ela e quando termino uma ela de lá de trás solta um: "Maissss" e lá vou eu escarafunchar na memória todas as musiquinhas que eu possa lembrar. Um ótimo exercício para a memória! #ficadica
Já a Júlia está em outro patamar. Aprendeu a falar fluentemente nossa língua! E como fala! E como tem argumentos mil para cada "sugestão" dada por nós!
Linda, entrou para a escolinha e fez novos amigos. Mas fiel aos antigos, entrando na nossa Igreja aqui em São Paulo para o culto de Natal, olhou para os lados e perguntou: "Mas cadê a Mariana?!"
Detalhe, a tal Mariana é filha do pastor da Igreja em Batatais, onde ela mora, a 350 Km de onde estávamos.
Mas quando a gente é amigo... "Longe é um lugar que não existe..." , não é?
E é impressionante como gosta de aprender. Vive "compondo" novas músicas! E me pedindo pra cantar de novo alguma que ela não conheça!
A última emoção que me vem à memória é a de ter visto minha caçulinha, se transformar numa tia das que eu gostaria de ter sido e tido.
Tia Lalá, onde na verdade meu mundo começou a ficar cor-de-rosa.
Mansa, disponível, atenta, divertida, generosa... A emoção se duplicou na chegada da Camila quando via nos olhos dela a alegria de estar alí naquele momento e ver o quanto ela ama seus irmãos e os frutos deles.
2015, sei que você me reserva outras tantas emoções (nada a ver com o especial de Natal do rei, ok?). Como sei também que a maior delas vai ser a chegada da Lia, nossa netinha #4!
Obrigada Taci e Dani, Bia e Marcos Paulo!
Sei que sendo avoh Deus está trabalhando em mim.
E é isso que eu quero.
Mudar aquilo que precisa ser mudado, aprender o que ainda não sei, consertar o que precisa ser restaurado para poder abençoar a todos que me cercam.
Cumpra em mim, Senhor.
E mesmo que seja só uma convenção criada pelos homens, essa de acabar um ano e começar o próximo, a gente se pega pensando, filosofando, revendo cenas em nossas mentes de coisas que aconteceram nesses últimos 365 dias.
E aqui estou eu. Uma avó em desenvolvimento, aprendendo cada dia a lidar com as emoções e tentando por em palavras tudo isso.
A Camila chegou.
A emoção? A mesma!!
Ver, pegar, cheirar aquele pacotinho mandado por Deus foi de longe a coisa mais emocionante do ano.
Ela chegou com carinha de brava. Mas logo se mostrou um verdadeiro doce de chocolate.
Por que chocolate?
Só porque eu adoro chocolate!
Uma verdadeira "segunda filha"! Mansa, tranquila, defendendo o seu lugar e alimento com muita "sabedoria"..
(Para quem se interessar pelo assunto da posição do filho na família e seus efeitos sugiro o livro Mais velho, do meio ou caçula de Kevin Leman Muito legal.)
Buscar a Anna na escolinha alguns dias na semana também fizeram a alegria dessa avoh ( e também do vovô).
Cada dia uma surpresa. Lindo ver como ela com sua pouca idade (hoje ela tem 18 meses de vida) descobre a cada dia coisas diferentes aqui em casa. Mesmo coisas já conhecidas ganham novos usos! Tudo é muito divertido! Muito pouca coisa faz a alegria dessa menina que com razão é chamada de nosso pequeno Raio de Sol.
Anna ama ler. E escutar músicas. Na volta da escola canto para ela e quando termino uma ela de lá de trás solta um: "Maissss" e lá vou eu escarafunchar na memória todas as musiquinhas que eu possa lembrar. Um ótimo exercício para a memória! #ficadica
Já a Júlia está em outro patamar. Aprendeu a falar fluentemente nossa língua! E como fala! E como tem argumentos mil para cada "sugestão" dada por nós!
Linda, entrou para a escolinha e fez novos amigos. Mas fiel aos antigos, entrando na nossa Igreja aqui em São Paulo para o culto de Natal, olhou para os lados e perguntou: "Mas cadê a Mariana?!"
Detalhe, a tal Mariana é filha do pastor da Igreja em Batatais, onde ela mora, a 350 Km de onde estávamos.
Mas quando a gente é amigo... "Longe é um lugar que não existe..." , não é?
E é impressionante como gosta de aprender. Vive "compondo" novas músicas! E me pedindo pra cantar de novo alguma que ela não conheça!
A última emoção que me vem à memória é a de ter visto minha caçulinha, se transformar numa tia das que eu gostaria de ter sido e tido.
Tia Lalá, onde na verdade meu mundo começou a ficar cor-de-rosa.
Mansa, disponível, atenta, divertida, generosa... A emoção se duplicou na chegada da Camila quando via nos olhos dela a alegria de estar alí naquele momento e ver o quanto ela ama seus irmãos e os frutos deles.
2014, muito obrigada.
Você foi muito generoso comigo.
Vou me lembrar pra sempre de tudo!
2015, sei que você me reserva outras tantas emoções (nada a ver com o especial de Natal do rei, ok?). Como sei também que a maior delas vai ser a chegada da Lia, nossa netinha #4!
Bem vinda Lia!
Obrigada Taci e Dani, Bia e Marcos Paulo!
Sei que sendo avoh Deus está trabalhando em mim.
E é isso que eu quero.
Mudar aquilo que precisa ser mudado, aprender o que ainda não sei, consertar o que precisa ser restaurado para poder abençoar a todos que me cercam.
Cumpra em mim, Senhor.
E a vocês que por acaso estejam lendo essas minhas anotações...
...um Feliz Ano Novo!
terça-feira, 18 de novembro de 2014
BONECAS E AÇÃO DE GRAÇAS...
Descobri que uma amiga minha estava fazendo bonecas artesanais e aí me veio uma ideia. Dar uma boneca de presente no dia de Ação de Graças a cada uma das netinhas.
Preciso explicar o que já é amplamente sabido pelos meus filhos e noras: Sou péssima em matéria de presentear!
Infelizmente não puxei à minha mãe que sabia como agradar a todos com mimos e lembranças sempre tão oportunas e bonitas.
Por isso, ao ter uma ideia de um presente para minhas netas fiquei toda empolgada a ponto de achar que isso mereceria um post aqui nas minhas notas de uma avoh em construção... Desculpem-me por isso, ok? Mas aí vai.
A ideia era convencer minha amiga a fazer duas bonequinhas que seriam semelhantes às suas futuras donas. Isso para marcar as peculiaridades de cada uma enquanto bebê/menininha. Elas são tão diferentes quanto lindas! E é tão gostoso ir conhecendo e descobrindo suas "marquinhas" e personalidades...
Eis o projeto que mandei para ela:

Preciso explicar o que já é amplamente sabido pelos meus filhos e noras: Sou péssima em matéria de presentear!
Infelizmente não puxei à minha mãe que sabia como agradar a todos com mimos e lembranças sempre tão oportunas e bonitas.
Por isso, ao ter uma ideia de um presente para minhas netas fiquei toda empolgada a ponto de achar que isso mereceria um post aqui nas minhas notas de uma avoh em construção... Desculpem-me por isso, ok? Mas aí vai.
A ideia era convencer minha amiga a fazer duas bonequinhas que seriam semelhantes às suas futuras donas. Isso para marcar as peculiaridades de cada uma enquanto bebê/menininha. Elas são tão diferentes quanto lindas! E é tão gostoso ir conhecendo e descobrindo suas "marquinhas" e personalidades...
Eis o projeto que mandei para ela:
E olha só como elas ficaram:
Fiquei feliz.
Espero que as menininhas da vovó também!
bjs da voh Nil <><<
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